O Movimento Preserve Pipa manifesta sua posição CONTRÁRIA ao projeto de construção de qualquer tipo de empreendimento sobre o Chapadão da Praia da Pipa, bem como ao avanço predatório de empreendimentos na região, que se estende sobre o bem estar da comunidade local e prejudica o acesso do turista.

Trabalhamos em prol da harmonia entre natureza, empresas e moradores locais, pois entendemos que é necessário um desenvolvimento sustentável da Praia da Pipa para que o destino e o nosso valioso patrimônio natural, esteja preservado para as gerações presentes e futuras.

Há quatro anos, nos opusemos ao projeto de construção sobre o Chapadão e solicitamos aos órgãos responsáveis um: ESTUDO DE CAPACIDADE DE CARGA (trânsito, lixo, transporte público, esgoto, reduzido número de empregos gerados, etc.) do município.
Desde 2019, apresentamos diversas objeções, ressaltando o impacto social negativo e os danos causados ao turismo local.

Reforçamos a nossa posição contrária à construção no Chapadão, um dos principais pontos turísticos da região, para qualquer finalidade. Defendemos a transformação do espaço em um parque municipal, aberto à população local e aos turistas, preservando sua beleza natural.

Aproveitamos a oportunidade para destacar também os impactos negativos da ocupação comercial e importunação que vem acontecendo na Avenida Baía dos Golfinhos. Além de bloquear a entrada de galerias e prejudicar os comerciantes, as veementes tentativas de venda de produtos e serviços incomodam os visitantes.

Assinado,
Movimento Preserve Pipa, formado pela Associação de Hoteleiros de Tibau do Sul e Pipa (ASHTEP) e pelo Pipa Convention & Visitors Bureau, com a participação de 90 empreendimentos locais.

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